domingo, 1 de abril de 2012


TRÊS MODOS DE ACALMAR A MENTE
Sua mente está entrando em parafuso?
Você se sente estressado(a)?
Aqui vão três modos de acalmar sua mente em poucos instantes.

A respiração profunda
Respire fundo.
Preencha seu peito e abdome enquanto inala o ar profundamente.
Então solte a respiração, deixando-a fluir naturalmente. 
Note como sua mente muda quando você faz isso.
A respiração calma e profunda pode ajudá-lo em várias situações.
Por exemplo, se você sente uma onda de raiva, e está a ponto de explodir, respirar fundo ajuda a se controlar. 
Experimente usá-la mais vezes ao dia.
Ela é especialmente útil quando você sente o peito apertado ou angustiado.
A respiração profunda lhe libera da prisão das fortes emoções.
Quando você respira fundo, você se dá a oportunidade de enxergar o que está acontecendo de um ponto de vista superior, ou isento.
É como se você inspirasse sua sabedoria inata.

O suspiro
Outra técnica para ligeiro acalmar a mente é o suspiro. 
Inspire o ar rapidamente e solte-o naturalmente.
Tente e note o que acontece.
O suspiro é uma técnica para soltar.
Use-o para deixar ir suas preocupações acumuladas ou para desembaraçar os pensamentos.
Por exemplo, se você está em seu trabalho e tem muitas coisas para resolver na mente, simplesmente pare o que está fazendo por um momento e suspire…

Soltando lentamente
Inspire o ar pelo nariz com vigor e expire pela boca muito lentamente contando até dez.
Durante a expiração, solte os ombros.
Esta é uma maneira poderosa de acalmar a mente e relaxar a tensão no corpo.
Use-a quando sua mente estiver muito dispersa.
Por exemplo, se estiver tentando se concentrar e seus pensamentos estiverem correndo soltos, pratique esta técnica três vezes para concentrar sua mente.
Experimente essas técnicas de respiração.
Talvez uma delas funcione especialmente bem com você ou que cada uma funcione melhor em determinadas circunstâncias.
Se você trabalha no computador por muito tempo, veja a possibilidade de praticar um programa de respiração. 
Faça um lembrete – no papel ou no computador – relembrando-o de praticar alguma dessas técnicas em pausas momentâneas.

Use-as e acalme-se!

Desconheço o autor

sexta-feira, 23 de março de 2012




Os Domingos precisam de feriados
Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. 

Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. 

A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. 

Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta. 

Hoje, o tempo de 'pausa' é preenchido por diversão e alienação. 

Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações 'para não nos ocuparmos'. 

A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. 

E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. 

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. 

Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. 

Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. 

Fim de dia com gosto de vazio. 

Um divertido que não é nem bom nem ruim. 

Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. 

A Internet e a televisão não dormem. 

Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. 

As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. 

A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim. 

Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. 

Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. 

O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. 

As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado.

Nossos namorados querem 'ficar', trocando o 'ser' pelo 'estar'. 

Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos? 

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. 

Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. 

Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos.

Parar não é interromper. 

Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. 

O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair - literalmente, ficar desatento. 

É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. 

A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é 'o que vamos fazer hoje?' - já marcada pela ansiedade. 

E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. 

Quem mata tempo, fere-se mortalmente. 

É este o grande 'radical livre' que envelhece nossa alegria - o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. 

Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. 

A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. 

A pausa é que dá sentido à caminhada. 

A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. 

Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar. 

Afinal, por que o Criador descansou? 

Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.

Rabino Nilton Bonder

sábado, 3 de março de 2012


CORA CORALINA
Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem.
Ela lhe disse:

... Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. 
E digo pra você, não pense. 

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. 
Eu não digo. 
Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. 

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. 
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. 
Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. 
Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. 
Então silêncio!

Sei que tenho muitos anos. 
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. 

Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. 
Filha dessa abençoada terra de Goiás.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. 

Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. 
Faço o que devo fazer, com amor. 

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

(Cora Coralina)


Sem palavras...só emoção !



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012




PARE DE RECLAMAR E CONCENTRE-SE NAS COISAS BOAS
Por WILL BOWEN




" O segredo para transformar sua vida está em suas mãos. "
Não acredita?
Pois eu já vi acontecer com muita gente.
Li e-mails e cartas e recebi telefonemas de pessoas que encararam um desafio que mudou sua existência: ficar 21 dias consecutivos sem reclamar, criticar ou falar mal dos outros.
No fim desse período, elas desenvolveram um novo hábito.
Ao se tornarem conscientes de suas palavras e se esforçarem para mudá-las, modificaram sua forma de pensar e começaram a recriar suas histórias.
Diversas pessoas me contaram sobre relacionamentos que melhoraram, carreiras que progrediram e vidas que se tornaram mais felizes.

Conheci um homem que sofria de dor de cabeça crônica. Todas as noites, ao chegar em casa depois de um longo dia de trabalho, ele dizia à mulher quanto sua cabeça tinha doído.

Ao perceber que se queixar não resolvia nada, ele decidiu fazer um esforço para deixar de falar nas dores de cabeça.

Esse homem se chama Tom Alyea.

Ele não sente mais dor de cabeça e se transformou no coordenador sênior do programa Mundo Sem Reclamações, um dos voluntários que ajudaram a fazer com que isso acontecesse.

Menos dor, mais serenidade e alegria...

Que tal?
Não é apenas possível.
É provável.
Lutar conscientemente para reformatar seu disco rígido mental não é uma coisa fácil, mas você pode começar agora e em pouco tempo é provável que tenha uma vida muito melhor.

A idéia é simples.

É preciso criar um sistema de monitoramente das reclamações, críticas e fofocas.
Você pode usar uma pulseira roxa do movimento Sem Reclamações, utilizar de elástico no cabelo em volta do punho, ou colocar uma moeda ou pedrinha no bolso, mudar a posição da sua aliança e do seu relógio ou mesmo mover um peso de papel sobre a sua mesa.
O importante é que você deve mudar algum objeto de posição sempre que se pegar reclamando, criticando ou falando mal dos outros. 
É o ato de mudar a posição que planta as sementes no fundo da sua mente, tornando-a consciente de seu comportamento.

Para enfrentar o desafio dos 21 dias, você terá que seguir este passo-a-passo:

·                     Escolha um sistema de monitoramento e coloque o objeto escolhido numa posição. 
Se for uma pulseira, por exemplo, coloque-a em um dos braços.
·                     Ao perceber que está reclamando, falando mal dos outros ou criticando, mude o objeto de posição e comece a contagem de novo.
·                     Se você ouvir uma pessoa que está participando do desafio se queixar, pode avisá-la de que deve trocar sua pulseira, elástico, anel, peso de papel, etc. de lugar.
MAS, se fizer isso, terá que mudar o seu objeto de posição primeiro, porque estará reclamando da reclamação dela;
·                     Comece agora e não desista. 
Podem se passar meses até você conseguir completar os 21 dias consecutivos.
·                     A média é de quatro a oito meses.

E relaxe.

Estou me referindo apenas a reclamações, críticas e fofocas que verbalizamos.
Se sair da sua boca, conta – e você terá que começar de novo.
Se você só pensar, não tem problema. 
Mas logo descobrirá que mesmo a reclamação em pensamento vai desaparecer à medida que o processo avançar.

A reclamação é uma epidemia no mundo de hoje, por isso não se espante quando descobrir que você também se lamuria bem mais do que imaginava.

Neste livro, você aprenderá o que é uma reclamação, por que nos queixamos, quais são os benefícios que pensamos receber ao nos lamuriarmos, como a queixa é destrutiva e como podemos contribuir para que as pessoas à nossa volta parem de reclamar também.

Reclamar é se concentrar no que não queremos, é falar sobre o que está errado.

E tudo aquilo em que concentramos nossa atenção se expande.
Assim, para ajudar as pessoas a eliminar a reclamação de suas vidas, essas pulseiras serão um ótimo estímulo.
Vamos desafiar as pessoas a usar as pulseiras e tentar passar 21 dias sem reclamar, porque acredito que 21 dias é o prazo necessário para transformar um novo comportamento em hábito.

Vamos encorajá-las a mudar a pulseira de braço sempre que se queixarem e a começar tudo de novo.

E, se a pessoa reclamar, ela pode deixar para recomeçar no dia seguinte, ou seja, tirar uma folga e passar o resto do dia reclamando?

Não. 
Ela deverá trocar a pulseira de braço e recomeçar na mesma hora.

A idéia é nos conscientizarmos das ocasiões em que a reclamação acontece para, quem sabe, evitá-la da próxima vez que estiver prestes a ocorrer.

Juntem-se a mim.
Vamos ficar 21 dias consecutivos sem reclamar, criticar ou falar mal da vida alheia.
Mesmo que leve três meses ou três anos, nossa vida vai melhorar muito. 
Não desistam.

Reclamar é falar de coisas que você não quer, em vez de falar daquilo que você quer.


Quando nos queixamos, usamos as palavras para nos concentrarmos no que não é como gostaríamos.
Nossos pensamentos criam nossa vida, e nossas palavras revelam o que pensamos.
Vou repetir essa frase, porque, se você não aprender nada mais com este livro, espero que guarde isto: 

NOSSOS PENSAMENTOS CRIAM NOSSA VIDA, E NOSSAS PALAVRAS REVELAM O QUE PENSAMOS.

Estamos, cada um de nós, criando nossa própria vida, o tempo todo.

O truque é pegar as rédeas e levar o cavalo na direção que queremos seguir, em vez de ir para onde não queremos.
Sua vida é um filme escrito, dirigido, produzido e estrelado por – adivinhe? – VOCÊ.

Você está criando sua própria vida a cada momento por meio de seus pensamentos.

Hoje, as pessoas estão mais atentas a esse fato, e isso deve promover uma importante mudança na consciência do mundo.
Começamos a perceber que a vida, a sociedade, a política, a saúde, enfim, o estado do mundo é a materialização dos nossos pensamentos e das ações que eles produzem.

Essa idéia não é nova – filósofos e professores repetem isso há milênios.

Mas ela parece estar finalmente atingindo uma compreensão universal nos dias de hoje.

“Vai! Como creste, assim te seja feito!”
Jesus, Mateus, 8:13

“O universo é a mudança; a vida é o que o pensamento faz dessa mudança”
Marco Aurélio

“Somos formados por nossos pensamentos. Nós nos tornamos o que pensamos”.
Buda

“Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo”
Norman Vicent Peale

“Você está hoje onde seus pensamentos o trouxeram, e estará amanhã onde seus pensamentos o levarem”.
James Allen

“Nós nos tornamos aquilo em que pensamos”
Earl Nightingale

O mais alto estágio da cultura moral é quando reconhecemos que precisamos controlar nossos pensamentos”.
Charles Darwin

“Por que somos os mestres do nosso destino, os capitães de nossa alma? Porque podemos controlar nossos pensamentos”.
Alfred A. Matapert

Nossas palavras revelam o que pensamos, e nossos pensamentos criam nossa vida.


As pessoas oscilam entre ondas positivas e negativas.
Na minha experiência, nunca conheci ninguém que assumisse ser negativo.

As pessoas realmente não percebem quando seus pensamentos estão sendo mais destrutivos do que construtivos.

As suas palavras podem transmitir isso aos outros, mas elas próprias não conseguem escutar.

Essas pessoas podem reclamar sem parar – eu fui uma delas -, mas a maioria, eu inclusive, se considera positiva, animada, otimista e motivada.

É vital controlar nossa mente se quisermos recriar nossa vida.

O Movimento Sem Reclamações nos ajuda a perceber exatamente em que ponto nos encontramos e se estamos exprimindo nosso lado positivo ou negativo.


E então, quando começamos a mudar a pulseira ou qualquer outro objeto de posição, passamos a prestar atenção em nossas palavras – e em nossos pensamentos.
Quando prestamos atenção em nossos pensamentos, podemos mudar e remodelar nossa vida da forma que escolhermos.

A pulseira, o elástico ou o anel ajudam a criar uma armadilha para a nossa própria negatividade – e a expulsá-la para que nunca mais volte.

Assim que lancei o desafio, descobri pessoalmente como essa transformação poderia ser difícil.


No primeiro dia, fiquei cansado de tanto trocar a pulseira de um braço para o outro.

Percebi que reclamava o tempo todo.
Quis desistir, mas todos na igreja estavam me observando.

Depois da primeira semana, o melhor que consegui fazer foi mudar a pulseira de posição apenas cinco vezes no mesmo dia.
Mas, logo depois, voltei à marca de uma dúzia de trocas por dia.

Mesmo assim, segui em frente.
Nunca tinha me considerado uma pessoa muito propensa a reclamações, mas estava descobrindo o contrário.

Enquanto lutava para não reclamar, nem criticar, nem falar mal dos outros, sentia-me ao mesmo tempo desencorajado e feliz por não ter notícias da repórter do Star.

Embora achasse a idéia do movimento boa, certamente não considerava meu próprio desempenho brilhante e não queria assumir isso publicamente.

Perseverei.

Finalmente, depois de quase um mês, consegui passar três dias consecutivos sem reclamar.

Descobri que tinha mais facilidade quando estava com determinadas pessoas, e menos com outras.


Com tristeza, percebi que minhas relações com alguns indivíduos que eu considerava bons amigos eram pautadas pela expressão de nossa insatisfação sobre qualquer assunto do qual falávamos.

Comecei a evitá-los.
A princípio eu me senti culpado, mas notei que passei a reclamar menos.
Mais importante: fui me sentindo mais feliz.

Há duas coisas sobre as quais a maioria das pessoas concorda:

1. Há reclamações demais neste mundo.
2. O mundo não é do jeito que gostaríamos que fosse.

Na minha opinião, existe uma correlação entre essa duas percepções.


Nós nos concentramos no que está errado, em vez de dar atenção à nossa visão sobre o que é um mundo feliz, saudável e harmonioso. 

Agora você também faz parte disso. 
Você pode transformar o mundo simplesmente se tornando um exemplo de mudanças positivas. 
Pode ajudar a criar um Mundo Sem Reclamações. 

Faça isso em nome daqueles que estão à sua volta, mas, principalmente, faça por você mesmo.

Enquanto se torna mais feliz, você também estará contribuindo para aumentar o nível de felicidade no planeta. 
Enviará vibrações de otimismo e esperança que ressoarão junto a outras pessoas com o mesmo intuito.

A antropóloga Margaret Mead escreveu certa vez que 

“nunca devemos duvidar que um pequeno grupo de cidadãos bem-intencionados e motivados possa mudar o mundo. 
De fato, essa é a única forma de fazê-lo”.
A onda continua a se espalhar."




Esse texto é constituído de partes  do livro  PARE DE RECLAMAR E CONCENTRE-SE NAS COISAS BOAS de WILL BOWEN.
Claro que eu vou começar a fazer...não que eu ache que será fácil, mas também é uma forma de se conhecer, ouvir o que falamos e também os pensamentos.
É uma forma de saírmos do automático.
E isso certamente vai ajudar na CO-CRIAÇÃO.
Que tal começarmos ? Porque não ?!!
Começo amanhã!!!
Espero que você comece também ...por você.
Gostaria muito de saber se alguém se habilitar...eu vou contando a minha caminhada.
Bjs cuore
SANDRA